A ÚNICA Coisa Que Eu fiz para parar de me Sabotar e Ter CONSTÂNCIA

A ÚNICA Coisa Que Eu fiz para  parar de me Sabotar e Ter CONSTÂNCIA
Photo by Matt Hardy / Unsplash

O que você vai descobrir ao ler este texto não é sobre produzir mais — é sobre parar de lutar contra quem você é e, finalmente, sustentar constância sem violência interna.

Se você já começou algo cheia de entusiasmo e, dias depois, se viu paralisada, comparando-se, adiando, esperando o “momento certo” — este texto é para você.

Escrevo não como quem ensina de cima, mas como quem atravessou o mesmo terreno instável: O da dúvida, da vergonha, da espera por permissão.

Há um ponto invisível onde a constância não falha por falta de disciplina — ela falha porque a identidade ainda não está alinhada com a ação.

A mentira confortável do sucesso rápido

Existe uma promessa silenciosa que seduz:
“Em poucos meses, tudo muda.”

Mas a verdade — menos vendável e mais honesta — é que o digital exige maturação interna antes de retorno externo.

No vídeo abaixo, você vai ver como eu desmonto essa ilusão logo no início. Ganhar dinheiro, reconhecimento ou autoridade não é um evento.

É um processo de identidade.

Por que eu demorava tanto para continuar (e você talvez também)

Durante muito tempo, eu achei que meu problema era falta de foco.
Depois, achei que era falta de estratégia.
Depois, achei que era falta de coragem.

A verdade é que não era nada disso.

Eu até começava. Mas não sustentava.
E quando a constância falhava, eu me culpava — em silêncio.

Se você cria conteúdo, empreende ou tenta construir algo no digital, sabe exatamente do que eu estou falando.

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Photo by Adam Nir / Unsplash

A mentira do sucesso rápido no digital

Existe uma narrativa muito confortável por aí dizendo que é possível ganhar dinheiro rápido na internet. Que em poucos meses tudo se resolve.

Eu preciso ser honesta: Não é assim.

Criar algo de verdade — seja conteúdo, marca pessoal ou negócio — exige tempo, maturação e identidade.

Quando eu buscava apenas resultado, eu até crescia.
Mas crescia com uma audiência que não tinha nada a ver comigo.

Na pandemia, eu cresci muito no TikTok.

Mas cresci fazendo coisas que não representavam quem eu sou hoje.

Dancinhas. Conteúdos rasos. Entretenimento vazio.

Os números eram altos.
Mas eu não me sentia vista.

E isso cansa de um jeito que ninguém fala.

Porque não adianta ter pessoas te assistindo se elas não te reconhecem.

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Photo by Marissa Grootes / Unsplash

O que eu aprendi quando parei de tentar ser constante à força

Quando eu finalmente entendi que identidade vem antes da constância, algumas verdades começaram a aparecer. Verdades simples, mas difíceis de engolir.

1. Constância não é disciplina. É alinhamento.

Eu achava que pessoas constantes eram mais organizadas, mais focadas ou mais “fortes” emocionalmente.

Hoje eu sei:
las apenas não estão brigando com quem são.

Quando o conteúdo reflete seus valores, suas dores reais e sua forma de enxergar o mundo, continuar deixa de ser pesado.


Você não precisa se empurrar. Você flui.

2. Copiar até inspira, mas nunca sustenta

No começo, copiar parece facilitar.
Você sente que está fazendo “do jeito certo”.

Mas existe um custo silencioso nisso:
você começa a se cansar rápido.

Porque não é a sua voz.
Não é o seu ritmo.
Não é a sua verdade.

Constância exige presença — e presença só existe quando você está sendo você.

4. A vergonha perde força quando o discurso é verdadeiro

Existe um tipo de vergonha que vem da exposição.
E existe outro que vem da incoerência.

Quando eu falava de coisas que não vivia, a vergonha era maior.
Quando eu falava do que era real, ela diminuía.

Porque não há medo maior do que ser desmascarada —
e não há segurança maior do que falar a verdade.

5. Constância começa no interno, não no calendário

Antes, eu tentava organizar agenda, rotina, frequência.

Nada funcionava.

Quando eu organizei meu lugar interno
o que eu acredito, o que eu quero comunicar, para quem eu falo —
a constância veio como consequência.

Você não precisa de mais planejamento.
Você precisa de mais clareza.

6. Criar deixa de ser obrigação e vira expressão

O maior aprendizado foi esse:

👉 constância não é obrigação diária.
👉 é expressão contínua.

Quando criar vira uma forma de existir,
parar de criar deixa de fazer sentido.

Resumo do aprendizado

  • Constância sem identidade gera exaustão
  • Identidade sem ação gera frustração
  • As duas juntas criam permanência

Você não precisa virar outra pessoa para continuar.
Precisa apenas parar de se afastar de quem você já é.

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